Waldir da Silva Costa
Waldir da Silva Costa nasceu em 1962. Sua trajetória no sistema prisional começou em 1984, quando foi preso pela primeira vez, passando dez anos e um dia no presídio Esmeraldino Bandeira, localizado no Complexo Penitenciário de Gericinó. Sua segunda prisão ocorreu em 1994, resultando em vinte e um anos em regime fechado, durante os quais passou por várias unidades prisionais, incluindo Bangu III, Bangu IV e Bangu V. No Complexo Penitenciário Frei Caneca, cumpriu pena no extinto Milton Dias Moreira.
Durante sua estadia no Bangu III, Waldir conheceu Flávio Cardoso, neto de Jean Jules Josephe Guilaune, e, através dele, aprendeu a arte da pintura em "óleo sobre tela". Em 2004, chegou ao Milton Dias Moreira, onde integrou um coletivo de presos que participou da oficina de teatro promovida pelo Projeto Jurisdrama-UFRJ. Foi nessa unidade que começou a redigir "pensamentos, reflexões e poesias", que culminaram em seu livro "Aves de Rapina", lançado em 2006.

•Produção Literária•
"Aves de Rapina" é a obra mais conhecida de Waldir, na qual ele compartilha suas experiências e reflexões sobre a vida no cárcere. Sua escrita é marcada pela busca de liberdade e compreensão, abordando temas de ressocialização e a importância da arte.
•Contribuições e Impacto•
Após sua libertação, Waldir manteve-se vinculado ao Jurisdrama, onde se tornou protagonista do documentário “Artistas nunca serão prisioneiros”, que destaca a arte como um poderoso instrumento de ressocialização. Além disso, ministra palestras em escolas e universidades sobre o sistema prisional e a arte, contribuindo para a conscientização e discussão sobre esses temas. Em 2025, ele pretende lançar um novo livro, continuando sua missão de promover a transformação social.
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